Sim! É minha culpa, minha máxima culpa. De tantas que carrego pela vida, uma a mais não pesará tanto assim.
Francine Piaia é Diva, é Fofura, “tadinha...está sofrendo!”, “por que ela não fala?”.
Francine Piaia é Diva, é Fofura, “tadinha...está sofrendo!”, “por que ela não fala?”.
Fran falou.
E falei como sempre fiz: espontânea, exasperada (esta eu aprendi no dicionário), impulsiva, confiante, sem noção das consequências. VERDADEIRA.
Tenham certeza, a única coisa que ninguém pode questionar é a minha verdade. Verdade esta que fui obrigada a perceber enquanto caiam os cacos das lentes de óculos coloridos, agora quebradas, que usei durante os últimos meses.
Tenham certeza, a única coisa que ninguém pode questionar é a minha verdade. Verdade esta que fui obrigada a perceber enquanto caiam os cacos das lentes de óculos coloridos, agora quebradas, que usei durante os últimos meses.
Por que fiz isso? Porque existe um limite do que o ser humano é capaz de suportar, ultrapassado este limite...some a razão, vem o instinto.
Instinto de defesa, aliás, que precisei desenvolver muito cedo. Talvez tenham esquecido, mas convivi com a rejeição desde a infância, e ela começou onde deveria ter se formado meu ponto de apoio incondicional – minha família.
Deus e eu sabemos o que significa se sentir um nada para o próprio pai, e só Deus sabe quais machucados esse abandono fez em mim. Eu posso apenas afirmar: foram muitas, muitas feridas.
Algumas o tempo curou, outras cicatrizaram e outras ainda permanecem aqui. Foi numa dessas que o rompimento tocou.
Deus e eu sabemos o que significa se sentir um nada para o próprio pai, e só Deus sabe quais machucados esse abandono fez em mim. Eu posso apenas afirmar: foram muitas, muitas feridas.
Algumas o tempo curou, outras cicatrizaram e outras ainda permanecem aqui. Foi numa dessas que o rompimento tocou.
Perdi o controle? Talvez. Não precisava ter dito tudo aquilo. Arrependimento? Não, ainda não consegui me arrepender, mas sei que vou, porque apesar de justo (lembram da famosa justiça?), o ataque foi no alvo errado.
Se estou bem? Uma imagem vale mais que mil palavras. Vou demonstrar? Vcs acham que eu daria o braço a torcer tão fácil?
Quero apenas agradecer o carinho de quem realmente se importou comigo, com a gente, posso dizer. A estas pessoas eu sei que devo um pedido de desculpas. PERDÃO! Peço, entretanto, que tenham em mente: as coisas não acontecem por acaso, só ataca quem tem munição.
Foi real? Muito mais do que imaginam. Mas afinal, o que é a realidade?
Há carcaças que de tão destroçadas precisam cobrir-se de ferro para manterem-se de pé. Esquecem que para ser gente é preciso permitir que sentimentos entrem e saiam desta armadura, é preciso mudar e ter certa flexibilidade, mesmo que a carcaça seja constituída de materiais nobres como a ética e a moral inabaláveis.
Armações? Muitas e de todos os tipos. Mídia + exposição = chuva. “Tá na chuva é pra se molhar.” Mas quem é de açúcar derrete, e quem é de metal enferruja... ; )
Não estou em condições de pedir...mesmo assim peço (é muita cara-de-pau!rs): rezem com todas as forças!
Primeiro pelo Max, o falecido mais vivo que meu coração já conheceu. Peçam a Deus para curar as feridas que ele já trazia e que eu acabei ajudando a aumentar. No momento eu acho que fiz o certo, amanhã perceberei que não e pode ser tarde demais. Façam aquilo que eu não estou em condições de fazer, mas deveria.
Pela família dele também. Um ponto de apoio, o castelo da fortaleza, precisa de armaduras revestidas de amor, compreensão, caridade e solidariedade. Que pena! Estas estão em falta no mercado...
Depois por mim, para que eu consiga me reencontrar. Que meus olhos possam ver por além da névoa que os encobre agora e voltem a brilhar. E para que eu não os decepcione mais e volte a merecer o apoio que sempre tive de vcs.
Pelos que nos detestam. Para que tenham muito sucesso e possam seguir suas vidas, de modo que a roda da maldade possa ser interrompida.
Por nós. Eu disse nós? Sim! Senão enquanto casal, enquanto pessoas. Para que tenhamos a chance de restabelecermos o equilíbrio e o respeito que sempre nos guiaram.
Pela família dele também. Um ponto de apoio, o castelo da fortaleza, precisa de armaduras revestidas de amor, compreensão, caridade e solidariedade. Que pena! Estas estão em falta no mercado...
Depois por mim, para que eu consiga me reencontrar. Que meus olhos possam ver por além da névoa que os encobre agora e voltem a brilhar. E para que eu não os decepcione mais e volte a merecer o apoio que sempre tive de vcs.
Pelos que nos detestam. Para que tenham muito sucesso e possam seguir suas vidas, de modo que a roda da maldade possa ser interrompida.
Por nós. Eu disse nós? Sim! Senão enquanto casal, enquanto pessoas. Para que tenhamos a chance de restabelecermos o equilíbrio e o respeito que sempre nos guiaram.
Para que tudo não termine assim.
E não vai terminar! (In)felizmente, garanto, tem muito mais vindo por aí.
E não vai terminar! (In)felizmente, garanto, tem muito mais vindo por aí.
Por fim, mais um pedido: não julguem a mim ou minhas atitudes com os olhos da razão. Eu nunca enxerguei por eles, e graças a isso pude seguir até aqui. Minha sensibilidade e percepção das pessoas e energias já me envolveram em muitas confusões. Mas também já livraram e mim e a quem amo (e amei) de problemas GIGANTES.
Obrigada, perdão, carinho,
Da louca mais lúcida,
Fran
Da louca mais lúcida,
Fran

P.S que a porcelana destruída possa transformar-se em uma boneca de carne e osso capaz de provocar risos e causar alegria, não os inversos.
Obs. 1: a lembrança de sempre - não sou a Fran, não a conheço e não estou falando em nome dela. Mas bem que gostaria...rs
Obs.2: "se eu fosse" a fran, escreveria com português correto e palavras "difíceis". Por isso o texto certinho.. = D